Tulsa, Oklahoma

Oiii!!

Está mais do que na hora de retomar de novo (e novamente, e ad eternum) a frequência de postagens do Colcha, não é mesmo? É sim! Por mais que às vezes ele fique meio cheio de teias, esse blog aqui já tem 11 anos de vida, minha gente! É isso mesmo! E ele nunca será um projeto encerrado. O Colcha de Ideias já faz parte de mim.

Bom, blá, blá, blás à parte, só queria dizer que a tia aqui anda viajando demais e em breve muitos projetos que antes eram sonhos remotos se tornarão realidades, aí, minha gente, esse trem aqui vai bombar!

Enquanto tudo ainda é só trabalho de bastidores eu queria contar um pouquinho sobre Tulsa, Ok, isso mesmo, a cidade dos Hanson.

Todo mundo já sabe que sou fã da banda desde os primórdios e o quanto a música deles é importante na minha vida, né? Se eu fosse um filme, Hanson seria a trilha sonora.

Já fui duas vezes para lá, e nos três vlog aqui dá para conhecer um pouquinho sobre a Hansonlândia, que diga-se de passagem é uma cidade pra lá de especial! ❤

Então vai lá, estoura a pipoca, pega as blueberries e se joga em Tulsa com a tia!

 

Muito obrigada por acompanhar o Colcha e conta pra mim o que achou dos vídeos!

Namastê! ❤

 

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Philbrook Museum of Art

Oiii!!

Ainda da série da viagem de fim de ano, um lugar que merece um post especial é o Museu Philbrook, ou Philbrook Museum of Art, pra ficar mais chique. É interessante mencionar que o Philbrook tem dois museus em Tulsa, o grande e mais famoso que é o desse post e o Philbrook Downtown, bem menor e com uma pegada bem mais contemporânea. Mostro ele nesse vlog aqui!

O Philbrook Museum of Art é de loge um dos cartões postais de Tulsa, pense em um lugar lindo de viver! Durante o passeio a gente se imagina em jantares do início do século XX vestindo trajes elegantes e tomando champanhe!

O museu, como já mencionado, é em Tulsa, estado de Oklahoma nos EUA e localizado na região de Middletown, que é basicamente o lugar onde a vida acontece durante o dia. As principais lojas, shoppings, museus, parques, cafés, restaurantes e mercados em Tulsa ficam em Middletown. No centro da cidade acontece a vida corporativa e a noturna.

O museu é sediado na antiga mansão da família Philbrook, que foi uma das magnatas do petróleo. Para esclarecer, Tulsa é uma cidade que se desenvolveu ao redor da indústria do petróleo. Hoje a economia é bem mais diversificada, mas ele ainda tem bastante importância local.

Vamos ao museu? Já adianto que o jardim é lindo demais, dá vontade de sentar lá para ler um livro, mas estava um frio inimaginável para nós, mortais tropicais. Então só tem fotinha pelo vidro.

O museu tem básicamente 3 pisos, sendo o subsolo, o térreo e o primeiro andar. Na parte superior ele tem um “avarandado” que dá vista para o saguão de entrada. Típico das grandes construções dos finais do século XIX.

 

Primeiro Piso:

Segundo Piso:

Subsolo:

Um dado que me chamou muita atenção foi a presença marcante da história indígena, não só no Philbrook mas em todos os que visitei. Isso é muito bonito, quem dera nossos museus também tivessem a preocupação de nos contar um pouco sobre nossos índios. Apenas por curiosidade, vale mencionar que o estado de Oklahoma é onde está a maior população indígena dos EUA, que é o povo Cherokee, e como podemos ver pela foto acima, são os índios que habitam o imaginário da nossa infância nos desenhos do Pica Pau!

É isso, minha gente! E você, curte museu? Qual foi o mais incrível da sua vida? Comenta aí embaixo, vou adorar saber!

Muito obrigada por acompanhar o Colcha,

namastê ❤

 

Sobre o Museu:

Philbrook Museum of Art 

Endereço: 2727 S Rockford Rd, Tulsa, OK 74114, EUA
Telefone: +1 918-749-7941

Horários:

sexta-feira 09:00–21:00
sábado 09:00–17:00
domingo 09:00–17:00
segunda-feira

(Dia do Presidente)
Fechado
terça-feira Fechado
quarta-feira 09:00–17:00
quinta-feira 09:00–17:00

Como tirar passaporte

Oiii!! Tirar o passaporte ou renová-lo é muito simples, mesmo, mesmo! Ainda assim muita gente acaba não indo atrás, seja por falta de tempo, preguiça e até mesmo medo da burocracia. Muitas pessoas acabam contratando o serviço! Por isso resolvi incluir na pauta do blog o passo a passo para essas situações que não fazem parte da nossa rotina e…

Sobre sonhos e o Back to the Island

OIiii!!

Não tenho conseguido alimentar o blog nem como gostaria muito menos como deveria. Em contrapartida o Youtube e o Instagram estão a mil! Por favor vai lá seguir a tia! A gente faz o que pode.

Mas faz uns três ou quatro dias que estou querendo escrever esse post. O assunto de hoje é: sonhos! Dreams can become true! Certamente eles podem. E por que estou falando isso? Porque estou nesse momento bem no meio do maior sonho da minha vida! E está tudo tão maravilhoso, tão perfeito, tão Divino que tem horas que acho mesmo que estou sonhando. Literalmente, me pergunto se tudo isso é real ou se vou acordar de repente!

E por que do post, tia Mi? Senta que lá vem a história. Desde que tinha 13 anos me imaginava sentada na beira do rio Arkansas no entardecer de Tulsa, mas só imaginava. E em 2013 foi a primeira vez que li sobre o Back to the Island – BTTI, e para quem não é fã de Hanson explico: BTTI é um evento fechado que eles fazem anualmente, geralmente na Jamaica em um resort. Nele tem vários shows além de atividades com a banda. Nada de segurança, de correria, de frenesi. Só nós, eles e o mar do Caribe. Bom, a primeira vez que vi sobre o evento lembro bem da cena e meu pensamento foi: Isso não é pra mim! Eis que após 5 voltas completas ao redor do Sol, eu estava lá! O mesmo para Tulsa, levou 20 anos mas cá estou eu, e claro, uma das primeiras coisas que fiz ao chegar na cidade foi visitar o rio dos meus sonhos adolescentes.

Tem gente que vai pensar que estou aqui porque tenho mais condições e blá, blá, blá. De fato não posso me queixar, apesar das muitas dificuldades que nossa empresa está passando. Porém o que mudou para que tudo acontecesse foi muito mais a minha atitude que minha conta bancária. Foi uma tomada de decisão: não vou mais sonhar, vou realizar! E para isso abri mão de muitas coisinhas do cotidiano que sem a gente perceber levam nosso dinheiro: jardineiro, diarista, balada, aquela voltinha despretenciosa no shopping, aquela bolsa, aquele sapato. Vendi coisas, desapeguei de outras, cortei gastos supérfluos. Foquei no porquinho, e quando as férias chegaram, sem dó nenhuma peguei o martelo e estraçalhei o coitado!

E por que desse post? Para dizer a todos os leitores do Colcha: NUNCA DIGAM QUE ALGO NÃO É PARA VOCÊ! Nunca, nunquinha!! Se algo faz seu coração bater mais forte olhe para aquilo não como um sonho numa bolha de sabão, mas como algo a ser conquistado e vá! Independente da sua renda, monte um plano, sem pressa, o imediatismo é inimigo das realizações. Podemos sim ter nossos sonhos realizados. E isso não é papo de auto ajuda, é o que estou vivendo agora!

Converse mais com seu coração e menos com pessoas. Busque conexão com o Divino e peça auxílio ao seu guia que os caminhos se abrem. Apegue-se menos ao que deu errado e valorize as pequenas vitórias, são elas que fazem a vida valer a pena! E o meu maior conselho: seja gentil, sempre! Não importa quando nem como, busque sempre ser gentil. A gente falha, sim, por isso somos humanos. Mas mantenha o foco! Be kind, be grateful! ❤

  1. Alegriazinhas no resort:

 

2. Alegriazonas com o Hanson! ❤

Flagras tirados pela minha paparazzi preferida: Priscila di Buono, nossa Pritz! ❤

Roomie! ❤

Pri arrasani no tie dye! ;D

3. Gratidão!

E como diriam os Looney Toones: Por enquanto é só, pessoal!

Entrego, confio, aceito e agradeço!

Muito obrigada por acompanhar o Colcha,

Namastê! ❤

Update:

Fui lembrada por uma mana que uma viagem dessas não se faz sozinha, e ela está certa! Além da gratidão ao Divino, são tantas pessoas que tenho a agradecer que tenho até medo de esquecer alguém. Mas vamos tentar:

Minha mãe, a Érika, a Vanessa e ao meu irmão, que estão cuidando das minhas crianças e da minha casinha enquanto estou fora!

Priscila di Buono, minha roomie que flagrou esses momentos incríveis e me aceitou do jeito que sou, a Mônica Pereira que seria minha roomie e nos acordou na primeira noite. A Karina Kah, que me vendeu o pacote! Tem também as manas lindas que conheci por lá: Mônica Ferreira, Giselle Pereira, a Taíse Gaspar e sua roomie linda, a roomie da Mônica. As gringas incríveis que batemos altos papos e pude praticar o inglês e ficar menos nervosa na hora de falar com os meninos! A Marina Benevides, que está sempre vibrando! Nossa, é muita gente! Se esqueci seu nome me perdoe, saiba que estão todos no meu coração e minha gratidão será eterna! ❤

Valeu pela lembrança, Lucilene! ❤

 

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