Eu vi: My Fair Lady

Muita gente sabe que para mim a Audrey Hepburn é a maior musa do cinema da história, ou da história do cinema! Desde Breakfast at Tiffany’s (Bonequinha de Luxo) ela conquistou meu coração. E se você se der ao trabalho de pesquisar a biografia da atriz, verá que ela era mesmo uma pessoa especial!

Então nessas férias decidi que assistiria a quantos filmes pudesse, já que a filmografia dela é um tanto extensa. Comecei por My Fair Lady – Minha bela dama – (1964) e apesar da cantoria (é baseado no musical da Broadway) adorei!

A história é aquela que um homem elegante resgata das ruas uma jovem vendedora de flores e a transforma em uma dama distinta! Hepburn é Elisa, a florista. O sotaque que ela faz é digno do riso, ela consegue carregá-lo sem parecer forçado e sua performance de moça assustada da rua é impagável! No começo chega até a ser chato, pois ela é muito escandalosa. Com o desenrolar da história ela fica mais calma e ponderada, afinal, está se tornando uma dama.

primeira aparição pública de Elisa

Em sua primeira aparição pública Elisa se comporta como um robô, fala frases de seu treinamento aleatoriamente. E quando resolve falar, conta do caso da tia com quem “acabaram” deixando a alta sociedade confusa!

A parte chata do filme, como falei, é a cantoria. Trata-se de um musical, esse problema eu resolvi ouvindo os primeiros versos da música, pois muitas vezes ela se desenvolvia como o texto da história, e outras ela ficava repetitiva e enfadonha, quando isso acontecia, passava para frente!

O final é ligeiramente óbvio, Elisa é um sucesso no baile para a rainha da Transilvânia, quando ninguém reconhece o seu esforço, mas ficam bajulando seu tutor, o professor Henry, ela vai embora da casa. Ao notar sua fuga Henry fica desesperado e vai atrás dela, a encontrando na casa da mãe dele. Eles discutem, e blá, blá blá, ele vai embora sozinho, mas no último minuto ela volta. Quase piegas, mas como ao invés de abraça-la (ou qualquer coisa do tipo) ele lhe pergunta pelos chinelos, até que é divertido!

Ah, ao contrário da adaptação feita pelo Chapolin, o professor Henry não perde seus modos, mas fica um pouco mais rude!

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