Mochilão Pelo Uruguai – Montevidéu

Oiii,

Fim de ano chegando, época de férias para muita gente então porque não falarmos do Uruguai, esse país incrível coladinho com a gente?

Já soltei o primeiro post sobre o mochilão que fiz por lá em janeiro desse ano, mas fiquei devendo a parte II que é especial sobre Montevidéu. O que falar dessa cidade? Gente, é apenas a cidade mais incrível que já visitei. Claro que não conheço tantos lugares assim, mas nossa, que clima agradável, que povo legal, que gente atenciosa, que segurança, que tudo!

Como já mencionei no post sobre BH, eu não sou do tipo que visita shopping quando viaja, meu negócio é museu, praças e restaurantes locais, fora do circuito turístico, gosto de comer e beber o que as pessoas do local comem. Penso que dessa forma a gente acaba conhecendo bem mais do local e sua cultura que enfiados em Shoppings centers que, diga-se de passagem, são iguais em qualquer lugar do mundo, né non, dona Globalização?

Fiquei três dias em Montevidéu, me hospedei no hotel Lafayette, na rua Soriano, fica bem central e prático para tudo, mas… O valor da diária gira em torno de R$100 a R$120 Fora Temer, foi carinho, hoje ficaria em Hostel, Airbnb ou Couchsurfing, mas como foi minha primeira mochilada sozinha-inha-inha e reservei tudo antes, foi assim.

A avenida principal de Montevidéu é a Nove de Julho, todos os caminhos levam a ela, tudo o que você quiser, sonhar, precisar passa por ela. Andar a pé pela região central e portuária da cidade é mamão com acúcar e para todos os lados que você for encontrará muitos museus, belas praças, bons restaurantes e incríveis cafés com wi-fi grátis!

Ah, uma dica muito boa para Montevidéu: todos os restaurantes dão desconto para pagamentos com cartão de crédito, a tarjeta, é uma lei municipal, e o desconto é de verdade! Se não me falha a memória o desconto é de 10%, ou seja, ainda vale a pena considerando que o IOF é de 6%.

Na av. Nove de Julho tem várias casas de câmbio, aliás, por todo o Uruguai você encontra muitas opções, não é como no Brasil que casa de câmbio é uma coisa meio secreta. Lá tem várias, no centrão mesmo, às vezes uma do lado da outra. Então não se preocupe em trocar dinheiro por aqui, pode ir com os nossos Temers Golpistas (Reais) e trocar por lá na boa, mas antes vale a pena serelepe por umas três casa, porque o valor do câmbio costuma variar.

Sobre compras, a tia foi em shopping também, em um na verdade! Roupas e produtos da indústria local valem a pena comprar por lá, mas de resto nã, não. Tem uma rede de loja de roupas chamada Indian Emporium que pelo país tem mais lojas deles que capim (e olha que no Uruguai só tem pecuária!), todas as cidades tem várias, em Montevidéu então… nossa! Nela agradeci profundamente por não ser uruguaia, porque tem tanta coisa incrível por lá que é fácil, fácil ir à falência!

Deu para ver que o que não falta são museus e lugares bonitos, certo? Certo! Mas na minha humilde opinião, o maior lacre de Montevidéu é a praia de água doce formada pelo Rio da Prata, nas imediações do centro, fácil de chegar, cheio de ônibus circulares com acesso, você tem isso:

Considerações finais:

Transporte coletivo: o sistema de ônibus funciona muito bem, turista empolgado vai para qualquer canto por transporte coletivo mesmo.

Museus e Cultura: A maior parte dos museus são de entrada gratuita ou preços simbólicos como 5 Pesos.

Hospitalidade: O povo uruguaio é muito solidário, não pode te ver com cara de perdido que já vem te ajudar, nota 10!

Comida: vegetarianos e veganos terão um pouco de dificuldade, a maioria dos lugares oferece carne e pizza. Mas a gente sempre dá um jeito.

Compras: bem legal para coisas da região, como roupas, sapatos e artesanatos. Produtos importados como cosméticos importados e eletrônicos são caros, até mais que por aqui.

Hotelaria: tem de tudo, por todos os lados, de todos os preços. Pode ir que na rua ninguém fica!

Dica de ouro: Reserve pelo menos quatro dias em Montevidéu para dar um pulo em Buenos Aires de barco pelo Rio da Prata, tem saídas o dia todo e a viagem dura cerca de uma hora. Eu não fui, por pura desinformação.

Espero ter inspirado vocês a visitarem esse país incrível demais. Aqui do nosso lado a gente tem um povo incrível, que dá vontade de fazer as malas e partir para não voltar.

Muito obrigada por acompanhar o Colcha, um lindo fim de ano,

Namastê! ❤

 

 

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