Categoria: Sociedade

Dois filmes para o Dia da Consciência Negra

Oiiii!! Como dizem por aí, você não precisa fazer parte de um grupo para entender o que ele passa, empatia bastaria para acabar com vários absurdos da nossa sociedade. Machismo, racismo, homofobia, xenofobia, gordofobia e intolerância religiosa, por exemplo, não seriam questões tão sérias se soubéssemos mais sobre o amor. Mas a gente tem aprendido muito mais a odiar que…

O que a criança que fomos nos diria?

Oiii!

 

Em meio ao caos da pós-modernidade, em que estamos cada vez mais tomados pelo vazio do consumo e das relações triviais parece que não temos muito tempo para refletir. Desacelerar a mente e aprender a ouvir um pouco mais o que nosso coração tem para nos dizer é luxo. Não há tempo para isso. A gente precisa mesmo é acordar cedo e trabalhar, para no fim do dia a gente chegar em casa e ver tv, e tomar uma, e cuidar da casa e dormir cedo para amanhã trabalharmos de novo. No fim de semana a gente cuida da casa, toma uma com os amigos, assiste ao futebol e bate perna no shopping, para no domingo ir dormir cedo para acordar cedo no dia seguinte e trabalhar.

Começamos a não ter mais tempo para a auto descoberta, para a reflexão, os estudos, os sonhos. Aí que vem a pergunta: para onde foi a criança que sonhamos em ser? Onde o adulto que nos tornamos a colocou? O que foi feito dela? E mais além: como a criança e adolescente que fomos enxergaria o adulto que estamos? Sim, estamos, nada é permanente, ainda mais na pós-modernidade. Tudo que é sólido se desmancha no ar, disse Marx. Parece que ele tinha razão.

Tempo é antes de tudo convenção social, não se tem, se arruma. Precisamos tirar o cérebro da tomada e começar a aprender um pouco com a natureza. E aí vai o primeiro conselho: por menor que seja a sua casa, tenha pelo menos um vaso de planta, cuide alguém que não espera nada de você e comece a aprender com a natureza: tudo tem seu tempo. Faz mais ou menos um mês que a pitangueira aqui de casa floresceu, fora uma temporona, ainda não comi pitangas, elas estão se formando, no tempo delas, e não há nada a ser feito além de esperar. O que isso tem a ver com o título do post? Observar a natureza nos ensina tanto a buscar cumprir nosso papel no mundo (pelos outros mas especialmente por nós, e não se trata de egoísmo, mas de construção) quanto a entender que nada é para já, que os objetivos são alcançados a partir de uma soma de fatores, mas especialmente, dedicação e paciência.

Quando a gente se propõe a pensar, naturalmente vamos relembrando dos sonhos, eles nos movem com mais força que qualquer outra coisa, e sonhos exigem metas, que exigem planejamento, resignação, resiliência e vontade. O que a criança que fomos queria? Lembre-se disso, persiga isso, planeje-se para fazer com que ela se orgulhe de quem está se tornando, não espere o tempo passar para pensar no que poderia ter sido, vá! E não se paute pelos outros, no mundo que vivemos possivelmente haverá mais gente disposta a nos dizer que não vai dar certo, que somos loucos, que não vale pena do que o que tenho agora para te dizer: vá! Não se preocupe tanto com que os outros vão pensar de você, o que importa mesmo é o que você dirá para a imagem no espelho! Faça como a pitangueira: floresça!

Não é fácil, mas o mundo é de quem faz! Fé em Deus e pé na tábua.

Namastê ❤

 

 

Enquanto o sono não vem

Tem noites que a canseira é tanta que o corpo não acha posição na cama. É um tal de rola pra cá, estica e puxa que à medida que a canseira aumenta surge uma tensão. A cabeça não desliga, são tantos pensamentos que não se pode nem concluir um e iniciar outro. Vira tudo uma bagunça. Pensamentos, sentimentos, expectativas, frustrações, corpo…

Os caminhos da disputa presidencial: qual seguir?

Novamente venho escrever sobre política, pode ser que eu não seja a pessoa mais recomendada para discorrer sobre o assunto, devido a minha formação acadêmica, mas os colunistas da Veja também não são cientistas políticos e têm o direito de sair soltando suas ladainhas por aí. Se eles podem, eu posso também, até por que, diferentemente do jornalismo panfletário praticado…

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