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Sobre sonhos e o Back to the Island

OIiii!!

Não tenho conseguido alimentar o blog nem como gostaria muito menos como deveria. Em contrapartida o Youtube e o Instagram estão a mil! Por favor vai lá seguir a tia! A gente faz o que pode.

Mas faz uns três ou quatro dias que estou querendo escrever esse post. O assunto de hoje é: sonhos! Dreams can become true! Certamente eles podem. E por que estou falando isso? Porque estou nesse momento bem no meio do maior sonho da minha vida! E está tudo tão maravilhoso, tão perfeito, tão Divino que tem horas que acho mesmo que estou sonhando. Literalmente, me pergunto se tudo isso é real ou se vou acordar de repente!

E por que do post, tia Mi? Senta que lá vem a história. Desde que tinha 13 anos me imaginava sentada na beira do rio Arkansas no entardecer de Tulsa, mas só imaginava. E em 2013 foi a primeira vez que li sobre o Back to the Island – BTTI, e para quem não é fã de Hanson explico: BTTI é um evento fechado que eles fazem anualmente, geralmente na Jamaica em um resort. Nele tem vários shows além de atividades com a banda. Nada de segurança, de correria, de frenesi. Só nós, eles e o mar do Caribe. Bom, a primeira vez que vi sobre o evento lembro bem da cena e meu pensamento foi: Isso não é pra mim! Eis que após 5 voltas completas ao redor do Sol, eu estava lá! O mesmo para Tulsa, levou 20 anos mas cá estou eu, e claro, uma das primeiras coisas que fiz ao chegar na cidade foi visitar o rio dos meus sonhos adolescentes.

Tem gente que vai pensar que estou aqui porque tenho mais condições e blá, blá, blá. De fato não posso me queixar, apesar das muitas dificuldades que nossa empresa está passando. Porém o que mudou para que tudo acontecesse foi muito mais a minha atitude que minha conta bancária. Foi uma tomada de decisão: não vou mais sonhar, vou realizar! E para isso abri mão de muitas coisinhas do cotidiano que sem a gente perceber levam nosso dinheiro: jardineiro, diarista, balada, aquela voltinha despretenciosa no shopping, aquela bolsa, aquele sapato. Vendi coisas, desapeguei de outras, cortei gastos supérfluos. Foquei no porquinho, e quando as férias chegaram, sem dó nenhuma peguei o martelo e estraçalhei o coitado!

E por que desse post? Para dizer a todos os leitores do Colcha: NUNCA DIGAM QUE ALGO NÃO É PARA VOCÊ! Nunca, nunquinha!! Se algo faz seu coração bater mais forte olhe para aquilo não como um sonho numa bolha de sabão, mas como algo a ser conquistado e vá! Independente da sua renda, monte um plano, sem pressa, o imediatismo é inimigo das realizações. Podemos sim ter nossos sonhos realizados. E isso não é papo de auto ajuda, é o que estou vivendo agora!

Converse mais com seu coração e menos com pessoas. Busque conexão com o Divino e peça auxílio ao seu guia que os caminhos se abrem. Apegue-se menos ao que deu errado e valorize as pequenas vitórias, são elas que fazem a vida valer a pena! E o meu maior conselho: seja gentil, sempre! Não importa quando nem como, busque sempre ser gentil. A gente falha, sim, por isso somos humanos. Mas mantenha o foco! Be kind, be grateful! ❤

  1. Alegriazinhas no resort:

 

2. Alegriazonas com o Hanson! ❤

Flagras tirados pela minha paparazzi preferida: Priscila di Buono, nossa Pritz! ❤

Roomie! ❤

Pri arrasani no tie dye! ;D

3. Gratidão!

E como diriam os Looney Toones: Por enquanto é só, pessoal!

Entrego, confio, aceito e agradeço!

Muito obrigada por acompanhar o Colcha,

Namastê! ❤

Update:

Fui lembrada por uma mana que uma viagem dessas não se faz sozinha, e ela está certa! Além da gratidão ao Divino, são tantas pessoas que tenho a agradecer que tenho até medo de esquecer alguém. Mas vamos tentar:

Minha mãe, a Érika, a Vanessa e ao meu irmão, que estão cuidando das minhas crianças e da minha casinha enquanto estou fora!

Priscila di Buono, minha roomie que flagrou esses momentos incríveis e me aceitou do jeito que sou, a Mônica Pereira que seria minha roomie e nos acordou na primeira noite. A Karina Kah, que me vendeu o pacote! Tem também as manas lindas que conheci por lá: Mônica Ferreira, Giselle Pereira, a Taíse Gaspar e sua roomie linda, a roomie da Mônica. As gringas incríveis que batemos altos papos e pude praticar o inglês e ficar menos nervosa na hora de falar com os meninos! A Marina Benevides, que está sempre vibrando! Nossa, é muita gente! Se esqueci seu nome me perdoe, saiba que estão todos no meu coração e minha gratidão será eterna! ❤

Valeu pela lembrança, Lucilene! ❤

 

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O que a criança que fomos nos diria?

Oiii!

 

Em meio ao caos da pós-modernidade, em que estamos cada vez mais tomados pelo vazio do consumo e das relações triviais parece que não temos muito tempo para refletir. Desacelerar a mente e aprender a ouvir um pouco mais o que nosso coração tem para nos dizer é luxo. Não há tempo para isso. A gente precisa mesmo é acordar cedo e trabalhar, para no fim do dia a gente chegar em casa e ver tv, e tomar uma, e cuidar da casa e dormir cedo para amanhã trabalharmos de novo. No fim de semana a gente cuida da casa, toma uma com os amigos, assiste ao futebol e bate perna no shopping, para no domingo ir dormir cedo para acordar cedo no dia seguinte e trabalhar.

Começamos a não ter mais tempo para a auto descoberta, para a reflexão, os estudos, os sonhos. Aí que vem a pergunta: para onde foi a criança que sonhamos em ser? Onde o adulto que nos tornamos a colocou? O que foi feito dela? E mais além: como a criança e adolescente que fomos enxergaria o adulto que estamos? Sim, estamos, nada é permanente, ainda mais na pós-modernidade. Tudo que é sólido se desmancha no ar, disse Marx. Parece que ele tinha razão.

Tempo é antes de tudo convenção social, não se tem, se arruma. Precisamos tirar o cérebro da tomada e começar a aprender um pouco com a natureza. E aí vai o primeiro conselho: por menor que seja a sua casa, tenha pelo menos um vaso de planta, cuide alguém que não espera nada de você e comece a aprender com a natureza: tudo tem seu tempo. Faz mais ou menos um mês que a pitangueira aqui de casa floresceu, fora uma temporona, ainda não comi pitangas, elas estão se formando, no tempo delas, e não há nada a ser feito além de esperar. O que isso tem a ver com o título do post? Observar a natureza nos ensina tanto a buscar cumprir nosso papel no mundo (pelos outros mas especialmente por nós, e não se trata de egoísmo, mas de construção) quanto a entender que nada é para já, que os objetivos são alcançados a partir de uma soma de fatores, mas especialmente, dedicação e paciência.

Quando a gente se propõe a pensar, naturalmente vamos relembrando dos sonhos, eles nos movem com mais força que qualquer outra coisa, e sonhos exigem metas, que exigem planejamento, resignação, resiliência e vontade. O que a criança que fomos queria? Lembre-se disso, persiga isso, planeje-se para fazer com que ela se orgulhe de quem está se tornando, não espere o tempo passar para pensar no que poderia ter sido, vá! E não se paute pelos outros, no mundo que vivemos possivelmente haverá mais gente disposta a nos dizer que não vai dar certo, que somos loucos, que não vale pena do que o que tenho agora para te dizer: vá! Não se preocupe tanto com que os outros vão pensar de você, o que importa mesmo é o que você dirá para a imagem no espelho! Faça como a pitangueira: floresça!

Não é fácil, mas o mundo é de quem faz! Fé em Deus e pé na tábua.

Namastê ❤

 

 

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