Legumes ao forno

Oiiii!!

Faz tempo que a tia não posta uma receitinha vegana, saborosa AND prática aqui, não é mesmo? Então vamos lá. A receita do dia é legumes ao forno. Trata-se de algo bem específico pois você vai precisar especificamente do que tem na geladeira! Huahauhau!! Daria pra chamar esse prato de ratatouille? Com um pouco de boa vontade, talvez. Mas a gente é simprona e vamos chamar é de legumes ao forno mesmo! ;D

Preparar legumes ao forno não tem muito segredo. É pegar o que tem na geladeira, lavar, picar, temperar bem lindamente e mandar pro forno! Um pirex grande/médio como o da foto abaixo eu deixo por cerca de 40 minutos a 180°C

Nesse preparado foi:

  1. Duas fatias generosas de cabotiá, ou abóbora japonesa; faço com casca e tudo, lavo bem mas descasco e pico a casca em pedaços menores, pois ela é bem mais dura;
  2. 2 cenouras médias;
  3. 1 berinjela de pequena para média;
  4. 3 jilós;
  5. 2 tomates;
  6. 1 cebola picadinha;
  7. 2 dentes de alho espremidos;
  8. 2/3 xícara de chá de quinoa em flocos
  9. alho poró a gosto;
  10. pimenta, sal e azeite de oliva para temperar.

Modo de preparo:

Pique tudo, como expliquei, a casca da abóbora deve ser picada em tamanhos menores para que ela não fique crua. Coloque todos os ingredientes no pirex, tempere, misture bem e leve ao forno a 180°C por cerca de 40 minutos, sendo pelo menos 30 tampado com uma assadeira (para não gerar lixo) ou com papel alumínio.

Para dar uma incrementada na carga nutritiva vale a pena apostar em algum grão ou sementes, como chia, gergelim, linhaça e até mesmo aveia. Dessa vez coloquei quinoa em grãos. Outra delícia que pode ser acrescentada são os cogumelos, caso opte por um tipo fresco, pique-os em pedaços grandes.

Coloquei também bastante alho poró, pois além de ser muito nutritivo, gosto muito do paladar dele mesmo.

Depois de assados os vegetais dão uma leve escurecida! 😉

Esse preparado fica uma delícia e é super coringa pois além de muito prático ainda dá tanto para acompanhar outros pratos, como arroz, feijão, macarronada, quanto para comer com pão ou rechear uma massa ou um purê.

Diz aí, você também curte comida de verdade e praticidade na cozinha?

Espero que tenham gostado, muito obrigada por acompanhar o Colcha,

Namastê! ❤

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Sabonetes vegan? Tem sim senhor!

Oiii!

Vamos falar de sabonete? Já falei outras vezes que o veganismo (ou a caminhada até ele) vai muito além do prato. Ser vegano na alimentação é fácil, o difícil é o desdobramento dele para todas as outras áreas da vida. Digo isso porque a indústria em geral é tomada por produtos derivados de animais e, para além da alimentícia, a maior parte dos produtos industrializado traz em suas formulações ingredientes que necessariamente só podem ser extraídos do animal morto, tais como: queratina, tutano, lanolina, osso, couro e gordura. A lista é enorme e os nomes técnicos dos produtos é diversa, além de ser um complicador na hora de lermos os rótulos, haja google para nos ajudar!

O sabonete, assim como sabão em pedra, para mim era um dos itens mais difíceis de encontrar, até que algumas velhinhas da Davene cruzaram o meu caminho.

A linha Banho de Pétalas é muito luxo, poder e sedução, sério! Além de vegan o sabonete é lindo! Como não amar? Além disso, a Davene é 100% nacional e não realiza teste em animais. Não fiz contato com a Davene pois no Beleza Vegana tem a resposta deles. 

O sabonete de rosas tem 200g, ou seja, é 2.2 vezes maior que um sabonete normal, custa em média R$ 8,00. Outro sabonete vegan deles é o de Leite de Aveia, que também é muito bom e custa cerca de R$ 2,50.

Fiquei muito feliz com o achado e vim correndo compartilhar a dica, pois a Davene tem uma extensa linha de produtos, inclusive de cuidados e limpeza faciais, e é muito fácil de encontrar!

Quais marcas de sabonete vegan vocês conhecem?

Namastê! ❤

 

Torta de chocolate (vegetariana)

Oiii!

Esses dias teve almoço de família, resolvi fazer uma torta vegetariana de chocolate para levar de sobremesa e, de quebra, testar a aceitação do público! Dá para substituir o biscoito da receita e torná-la vegan, ok?

 

Quer a receita? Cola aí:

Ingredientes da Massa:

  • 2 xícaras de chá de biscoito tipo Sequilho; 
  • 1 colher de sopa de manteiga vegan;
  • 2 colheres de sopa de óleo de coco.

Ingredientes do recheio:

  • 2 colheres de sopa de manteiga/pasta de amendoim sem acúcar;
  • 1 xícara de chá de leite de coco;
  • 2 colheres de sobremesa (ou de sopa, como preferir) de chia
  • essência de baunilha e canela em pó à gosto.

Ingredientes da cobertura:

  • 1 xícara de chá de óleo de coco;
  • 3 colheres de sopa de cacau em pó;
  • 3 colheres de sopa de leite de coco;
  • 1 colher de sobremesa do acúcar de sua preferência;
  • frutas secas e castanhas da sua preferência trituradas;
  • canela em pó e essência de baunilha à gosto.

 

Modo de preparo:

Em um recipiente, triture as bolachas e acrescente a manteiga e o óleo de coco, misture bem com as mãos e em seguida coloque em um refratário de vidro, espalhe compactando tudo e leve ao forno por 15 minutos a150°. Enquanto a massa está no forno, prepare a calda e o recheio.

Para a calda, misture todos os ingredientes, menos as castanhas e frutas, e mexa bem por cerca de 3 minutos, depois acrescente as frutas e castanhas, misture tudo e reserve.

Para o recheio, coloque todos os ingredientes e mexa bem para que se mistures de modo homogêneo.

Após tirar a massa do forno, acrescente o recheio, a tendência dessa massa é ela desmanchar, então, com uma colher, misture o recheio com ela deixando tudo uma coisa só. Arrume tudo no refratário e depois acrescente a calda de chocolate, mas antes mexa a calda novamente para que fique mais homogênea. Depois espalhe sobre a massa recheada, e decore como preferir. Nessa receita coloquei polvilhei chia e frutas vermelhas desidratadas. Leve ao freezer por 20 minutos e está pronta!

Fiz um vídeo mostrando o passo a passo, a edição não está digna de Hollywood mas dá para acompanhar. Sacomé, né, gente… só treinando que se aprende! Mas tem o passo a passo, a receita é simples e o resultado é delicioso, a família adorou!

Namastê! ❤

 

Como emagreci e não engordei mais

Oiiii!

 

Viver no meio da ditadura da magreza não é fácil, o processo de auto aceitação é constante e temos que entender que seu sucesso passa pelo do auto conhecimento, a gente só se aceita quando se conhece. Assim como boa parte das mulheres, desde os 14 anos conto calorias, já fiz as mais variadas dietas e nunca me aceitei. Sempre me achei feia, incapaz e gorda, como se isso fosse realmente um defeito.
Acontece que no meio de 2015 resolvi que dessa vez atingiria os tão sonhados 57kg, tenho 1.68 e vale destacar que sempre fui corpuda, o típico corpo brasileiro! Sempre odiei ter quadril largo e coxa grossa, queria ter pernas de sabiá. Hoje, no auge dos 32 anos, praticando ioga, buscando a espiritualização e o auto conhecimento consigo dizer que um corpo magro é só um corpo magro, que isso não diz nada sobre quem realmente somos.

Com 68kg
Eita, que papo doido é esse? Se estou defendendo que ser magro é perfumaria por que então resolvi compartilhar a minha experiência? Para contar o que mudou em mim nesse processo todo, que diga-se de passagem foi longo. Comecei em julho de 2015 com 68kg e em abril de 2016 cheguei aos 59.6 (fotinha abaixo do momento histórico!), enfim saía da casa dos 60, por muito tempo não acreditei que isso aquilo era real. O que acontece é que mais que o peso na balança o que mudou foi o estilo de vida. Hoje me mantenho magra porque aprendi que meu corpo é a ferramenta que tenho para atuar nessa vida e cumprir o papel que tenho por aqui! E se ele é o que temos de mais importante, precisamos cuidar dele com muito amor, como uma forma de agradecer pela vida. Compreender isso foi a chave para o caminho para o amor próprio. Cuidar-se é o nosso mais íntimo sinal de gratidão. Busco seguir o pensamento de Hipócrates, pai da medicina, que diz: Que seu alimento seja seu remédio.


Comecei essa jornada com ajuda de uma nutróloga, que foi me ensinando a comer direito. A primeira providência foi me mandar comer arroz e feijão todos os dias e jantar, menos que no almoço mas comer comida de verdade! Eu não comia arroz por medo de engordar! Chega de pacotes! Mas não tenha pressa! Vá cortando aos poucos, reveja seus conceitos, não se prive de um sorvete ou de um capuccino cheio de chocolate, mas tenha o propósito de fazer isso entre uma e duas vezes no mês, não pela balança, mas pelo cuidado com o que você oferece ao seu corpo.

Vegetariana há 10 anos, sempre fiz a linha natureba, mas quando começamos a marcar data para cada coisa não saudável é que a gente percebe quanta bobagem colocamos para dentro sem nos darmos conta.

No início de 2017 fui em outra nutróloga, linda, maravilhosa que segue a linha da medicina interativa: corpo, mente e espírito e ela me fez entender que para envelhecermos com qualidade precisamos nos exercitar para proteger os ossos e articulações, depois disso a percepção sobre atividades físicas mudou. Já estava praticando ioga desde outubro de 2016 (sonho antigo!) e após 2:40h de consulta com a Tássia comecei a fazer treinamento funcional.


O mais importante nesse processo todo é aprender a ler rótulos, germinar alimentos, buscar receitas práticas e 100% naturais que dão para congelar. Cortei o açúcar e o leite (e seus derivados) da minha cozinha, (como na rua, adoro um capuccino! <3), descobri que detesto refrigerante e que dois pedaços de pizza uma vez no mês são suficientes para, inclusive, me dar dor de barriga! E tudo isso foi acontecendo de modo muito tranquilo. Ser magra hoje, para mim, é apenas uma consequência do estilo de vida.

Atualmente, com 58Kg e Évelin Rexona sempre por perto! ❤
Então o que mudou mesmo foi a minha cabeça e meu sentimento em relação à comida, por isso achei importante vir aqui contar minha história de emagrecimento. E dizer que vale a pena essa empreitada rumo ao auto conhecimento. Espero que Hipócrates te inspire também, que seu alimento seja seu remédio!

Namastê! ❤

 

Ps: a cabeça demora para perceber que sua forma física mudou, depois de mais de um ano que parei de emagrecer é que consigo me ver magra. Coisa doida que é o ser humano…

Chocolate caseiro sem açúcar

Oiii!!

Inaugurando a área de receitas vegetarianas AND saudáveis temos uma receita esperta para quem quer comer um chocolatinho SEM culpa! Cola aí:

chocolate-3.jpg

  • 3/4 xícara de cacau em pó sem açúcar (tem várias marcas, Mãe terra, Kodilar e até a Garoto tem o seu, também dá para comprar em casa de produtos naturais)
  • 80 a 100ml de óleo de coco derretido
  • 3/4 xícara de castanhas ou frutas desidratadas da sua preferência
  • 1 col sobremesa de essência de baunilha
  • 1 col sobremesa de canela em pó
  • mel a gosto (pelo menos 50ml)

Modo de preparo:
Derreta o óleo de coco em banho maria, enquanto  ele derrete, em um recipiente coe todos os ingredientes em pó e misture. Acrescente o óleo de coco, as castanhas e frutas, o mel e a essência de baunilha. Mexa bem até ficar uma massinha assim:

Chocolate-1.JPG

Depois com duas colheres de chá vá colocando em forminhas de gelo, e leve ao freezer por cerca de 2h. chocolate-2

Desenforme, coloque em um recipiente com tampa e guarde na parte extra fria da geladeira!

chocolate-4.jpg

Até a catiorada fica louca!!

Faz lá e depois conta aqui o que achou!!

Obs1: Dá para colocar pasta de amendoim também, nessa receita mesmo pode acrescentar mais umas 2 colheres de sobremesa!

Obs2: Para essa receita ficar vegana subtitua o mel por um adoçante vegetal como Stévia ou Xilitol.