Tag: Viagem

Philbrook Museum of Art

Oiii!!

Ainda da série da viagem de fim de ano, um lugar que merece um post especial é o Museu Philbrook, ou Philbrook Museum of Art, pra ficar mais chique. É interessante mencionar que o Philbrook tem dois museus em Tulsa, o grande e mais famoso que é o desse post e o Philbrook Downtown, bem menor e com uma pegada bem mais contemporânea. Mostro ele nesse vlog aqui!

O Philbrook Museum of Art é de loge um dos cartões postais de Tulsa, pense em um lugar lindo de viver! Durante o passeio a gente se imagina em jantares do início do século XX vestindo trajes elegantes e tomando champanhe!

O museu, como já mencionado, é em Tulsa, estado de Oklahoma nos EUA e localizado na região de Middletown, que é basicamente o lugar onde a vida acontece durante o dia. As principais lojas, shoppings, museus, parques, cafés, restaurantes e mercados em Tulsa ficam em Middletown. No centro da cidade acontece a vida corporativa e a noturna.

O museu é sediado na antiga mansão da família Philbrook, que foi uma das magnatas do petróleo. Para esclarecer, Tulsa é uma cidade que se desenvolveu ao redor da indústria do petróleo. Hoje a economia é bem mais diversificada, mas ele ainda tem bastante importância local.

Vamos ao museu? Já adianto que o jardim é lindo demais, dá vontade de sentar lá para ler um livro, mas estava um frio inimaginável para nós, mortais tropicais. Então só tem fotinha pelo vidro.

O museu tem básicamente 3 pisos, sendo o subsolo, o térreo e o primeiro andar. Na parte superior ele tem um “avarandado” que dá vista para o saguão de entrada. Típico das grandes construções dos finais do século XIX.

 

Primeiro Piso:

Segundo Piso:

Subsolo:

Um dado que me chamou muita atenção foi a presença marcante da história indígena, não só no Philbrook mas em todos os que visitei. Isso é muito bonito, quem dera nossos museus também tivessem a preocupação de nos contar um pouco sobre nossos índios. Apenas por curiosidade, vale mencionar que o estado de Oklahoma é onde está a maior população indígena dos EUA, que é o povo Cherokee, e como podemos ver pela foto acima, são os índios que habitam o imaginário da nossa infância nos desenhos do Pica Pau!

É isso, minha gente! E você, curte museu? Qual foi o mais incrível da sua vida? Comenta aí embaixo, vou adorar saber!

Muito obrigada por acompanhar o Colcha,

namastê ❤

 

Sobre o Museu:

Philbrook Museum of Art 

Endereço: 2727 S Rockford Rd, Tulsa, OK 74114, EUA
Telefone: +1 918-749-7941

Horários:

sexta-feira 09:00–21:00
sábado 09:00–17:00
domingo 09:00–17:00
segunda-feira

(Dia do Presidente)
Fechado
terça-feira Fechado
quarta-feira 09:00–17:00
quinta-feira 09:00–17:00
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Como tirar passaporte

Oiii!! Tirar o passaporte ou renová-lo é muito simples, mesmo, mesmo! Ainda assim muita gente acaba não indo atrás, seja por falta de tempo, preguiça e até mesmo medo da burocracia. Muitas pessoas acabam contratando o serviço! Por isso resolvi incluir na pauta do blog o passo a passo para essas situações que não fazem parte da nossa rotina e…

Sobre sonhos e o Back to the Island

OIiii!!

Não tenho conseguido alimentar o blog nem como gostaria muito menos como deveria. Em contrapartida o Youtube e o Instagram estão a mil! Por favor vai lá seguir a tia! A gente faz o que pode.

Mas faz uns três ou quatro dias que estou querendo escrever esse post. O assunto de hoje é: sonhos! Dreams can become true! Certamente eles podem. E por que estou falando isso? Porque estou nesse momento bem no meio do maior sonho da minha vida! E está tudo tão maravilhoso, tão perfeito, tão Divino que tem horas que acho mesmo que estou sonhando. Literalmente, me pergunto se tudo isso é real ou se vou acordar de repente!

E por que do post, tia Mi? Senta que lá vem a história. Desde que tinha 13 anos me imaginava sentada na beira do rio Arkansas no entardecer de Tulsa, mas só imaginava. E em 2013 foi a primeira vez que li sobre o Back to the Island – BTTI, e para quem não é fã de Hanson explico: BTTI é um evento fechado que eles fazem anualmente, geralmente na Jamaica em um resort. Nele tem vários shows além de atividades com a banda. Nada de segurança, de correria, de frenesi. Só nós, eles e o mar do Caribe. Bom, a primeira vez que vi sobre o evento lembro bem da cena e meu pensamento foi: Isso não é pra mim! Eis que após 5 voltas completas ao redor do Sol, eu estava lá! O mesmo para Tulsa, levou 20 anos mas cá estou eu, e claro, uma das primeiras coisas que fiz ao chegar na cidade foi visitar o rio dos meus sonhos adolescentes.

Tem gente que vai pensar que estou aqui porque tenho mais condições e blá, blá, blá. De fato não posso me queixar, apesar das muitas dificuldades que nossa empresa está passando. Porém o que mudou para que tudo acontecesse foi muito mais a minha atitude que minha conta bancária. Foi uma tomada de decisão: não vou mais sonhar, vou realizar! E para isso abri mão de muitas coisinhas do cotidiano que sem a gente perceber levam nosso dinheiro: jardineiro, diarista, balada, aquela voltinha despretenciosa no shopping, aquela bolsa, aquele sapato. Vendi coisas, desapeguei de outras, cortei gastos supérfluos. Foquei no porquinho, e quando as férias chegaram, sem dó nenhuma peguei o martelo e estraçalhei o coitado!

E por que desse post? Para dizer a todos os leitores do Colcha: NUNCA DIGAM QUE ALGO NÃO É PARA VOCÊ! Nunca, nunquinha!! Se algo faz seu coração bater mais forte olhe para aquilo não como um sonho numa bolha de sabão, mas como algo a ser conquistado e vá! Independente da sua renda, monte um plano, sem pressa, o imediatismo é inimigo das realizações. Podemos sim ter nossos sonhos realizados. E isso não é papo de auto ajuda, é o que estou vivendo agora!

Converse mais com seu coração e menos com pessoas. Busque conexão com o Divino e peça auxílio ao seu guia que os caminhos se abrem. Apegue-se menos ao que deu errado e valorize as pequenas vitórias, são elas que fazem a vida valer a pena! E o meu maior conselho: seja gentil, sempre! Não importa quando nem como, busque sempre ser gentil. A gente falha, sim, por isso somos humanos. Mas mantenha o foco! Be kind, be grateful! ❤

  1. Alegriazinhas no resort:

 

2. Alegriazonas com o Hanson! ❤

Flagras tirados pela minha paparazzi preferida: Priscila di Buono, nossa Pritz! ❤

Roomie! ❤

Pri arrasani no tie dye! ;D

3. Gratidão!

E como diriam os Looney Toones: Por enquanto é só, pessoal!

Entrego, confio, aceito e agradeço!

Muito obrigada por acompanhar o Colcha,

Namastê! ❤

Update:

Fui lembrada por uma mana que uma viagem dessas não se faz sozinha, e ela está certa! Além da gratidão ao Divino, são tantas pessoas que tenho a agradecer que tenho até medo de esquecer alguém. Mas vamos tentar:

Minha mãe, a Érika, a Vanessa e ao meu irmão, que estão cuidando das minhas crianças e da minha casinha enquanto estou fora!

Priscila di Buono, minha roomie que flagrou esses momentos incríveis e me aceitou do jeito que sou, a Mônica Pereira que seria minha roomie e nos acordou na primeira noite. A Karina Kah, que me vendeu o pacote! Tem também as manas lindas que conheci por lá: Mônica Ferreira, Giselle Pereira, a Taíse Gaspar e sua roomie linda, a roomie da Mônica. As gringas incríveis que batemos altos papos e pude praticar o inglês e ficar menos nervosa na hora de falar com os meninos! A Marina Benevides, que está sempre vibrando! Nossa, é muita gente! Se esqueci seu nome me perdoe, saiba que estão todos no meu coração e minha gratidão será eterna! ❤

Valeu pela lembrança, Lucilene! ❤

 

Sobre ano novo, metas, viagens e sonhos: Tulsa, OK, jan.18

Oiiii!

 

Ano novo é sempre tempo de pensar no que passou e fazer planos para o “Adevir”, certo? Certo! Mas antes de pegarmos a caneta e o papel, que tal, por enquanto, ficarmos só com a caneta e checar aquela lista que fizemos em 2016?

Comemore o que realizou, risque o que não faz mais sentido, reescreva o que ainda quer fazer e inclua as novas metas, mas mais do que isso: corra atrás, estruture seus sonhos e transforme-os em projetos! A gente pode, a gente sempre pode! Mesmo que leve anos, mesmo que aquele item seja reescrito por 10, ou 20 anos, uma hora, se for de verdade, a gente alcança!

Hoje estou realizando um sonho de 20 anos, estou em Tulsa, Oklahoma. Para quem não entende o que estou fazendo aqui é simples. Tulsa é a cidade dos Hanson, e desde dos 13 anos meu sonho era vir para cá! Olhem vocês, aqui estou eu! E sabe por quê? Porque parei de sonhar com isso e fui atrás! Meti o martelo no porquinho e em menos de um mês estava com tudo pronto: passaporte, visto, passagem, Airbnb, fé e coragem!

Esse primeiro post do ano é só para dizer a vocês isso: coragem! Que 2018 todos tenhamos coragem de desengavetar os sonhos e buscar o que estamos fazendo nessa terra! Encontrar e cumprir nossa missão no mundo! Que essa seja nossa meta pelos próximos 100 anos!

Esperando o embarque para Tulsa!

O primeiro amanhecer.

Subvertendo a culinária local: waffles com aveia,  canela e Goji Berry na massa!

Primeiro lookinho

Rio Arkansas

Vista da janela do meu quarto

Look de ano novo, tem preto mas tem rosa, vai!

Universidade de Tulsa

Universidade de Tulsa

Universidade de Tulsa

Desejo que você se ame, que encontre o que te move, que tenha coragem de pisar fundo rumo às conquistas. Que seus dias sejam de luz, e que até na mais cruel das escuridões você encontre a fé que vai te salvar. Que nunca lhe falte esperança e a convicção: dias melhores virão, mas só se eu correr atrás!

Muita luz, respeito, união e tolerância para todos nós em 2018!

Muito obrigada por acompanhar o Colcha,

Namastê! ❤

 

BH, ou a melhor cidade do Brasil

Oiii!

Vista do hotel Mercure

Em agosto fui para BH, Belo Horizonte, para o show do Hanson, e como sexta é aniversário do Isaac, resolvi postar sobre a cidade! Posso dizer que BH me conquistou! A começar que é a primeira cidade que conheci em que ubers e taxistas convivem pacificamente!! Além disso o povo mineiro é muito acolhedor. Nossa, fora Montevidéu, nunca me senti tão em casa. Conheci três malucas incríveis que me acolheram como se nos conhecêssemos desde os primórdios, e na companhia delas passei uma das noites mais loucas, mas valeu a pena. Se não fosse por elas o Zac jamais teria autografado minha mão, mesmo estando no mesmo hotel que eles.

Bom, passada a emoção da noite e do encontro nas primeiras horas da manhã, saí do hotel e fui conhecer o centro da cidade. Não sou de shoppings, meu negócio é museu, parque e cerveja. Peguei o Uber e fui até a Praça da Liberdade. Lá vi em um sábado à tarde a vida acontecendo. Famílias, amigos, namorados vivendo um sábado de sol.

Praça da Liberdade

Praça da Liberdade

Na praça tem cinco, eu disse cinco museus dos quais o Minas Vale, o Museu das Minas e Metal e o Casa Verde têm entradas gratuitas. O Centro Cultural Banco do Brasil paga para ver uma exposição específica no segundo piso, a programação do térreo é gratuita, assim como o Espaço do Conhecimento, que paga para visitar o planetário.

Morri de emoção, conheci quatro, só não fui no Espaço do Conhecimento, e depois do rolê tomei um lanche no café do  CCBB. Com a pança cheia voltei caminhando para o hotel. Já era como 20h e mesmo em uma noite relativamente escura, não senti medo! Só conheci a cidade nesse pedacinho do centro, mas o clima, as pessoas, o ar e o céu me fizeram colocar BH na lista das cidades que gostaria de morar!

Prédio rosa: Museu das Minas e do Metal; amarelo: Museu Minas Vale

Praça da Liberdade – prédio verde: Casa do Patrimônio Cultural de MG; prédio amarelo: Centro Cultural do Banco do Brasil

Vista da Cidade Museu das Minas e do Metal

Museu das Minas e do Metal

Exposição sobre a história de MG – Museu Minas Vale

Exposição do Sebastião Salgado no Museu Minas Vale

Museu Minas Vale

Museu Minas Vale – ares de Pinacoteca

Exposição Museu Minas Vale

Não me lembro, mas acho que é o Minas Vale, ou será o Casa do Patrimônio de MG?

Exposição Centro Cultural BB

Exposição Centro Cultural BB

Exposição Centro Cultural BB

Os museus estão em sua maioria com parcerias público privadas – tenho minhas críticas ao modelo – porém, além de estarem bem cuidados ainda têm entrada gratuita, então menos mal… Quer dizer, nesses moldes até acho OK, mesmo desconhecendo a contrapartida que eles oferecem ao estado. Whatever, esse não é o tema.

Dos quatro museus o que mais gostei certamente foi o Minas Vale, que tem ares de Pinacoteca, acho que pela construção vazada, não sei. Achei incrível mesmo, tanto que foi o que passei mais tempo. Nossa, que lugar incrível! ❤

Aqui tem uns vídeos que postei no Stories!

 

Museus Praça da Liberdade, BH:

  • MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal
    Praça da Liberdade, s/n
    tel: (31) 3516-7200
    Aberto até às 18:00
  • Memorial Minas Gerais Vale (o melhor, ever!!)
    Praça da Liberdade, s/n
    tel: (31) 3308-4000
    Aberto até às 17:30
  • Prédio Verde: Casa do Patrimônio Cultural de Minas Gerais
    Praça da Liberdade, s/n
    tel: (31) 3272-9584
    Aberto até às 18:00
  • Centro Cultural Banco do Brasil
    Praça da Liberdade, 450
    tel: (31) 3431-9400
    Aberto até às 21:00
  • Espaço do Conhecimento UFMG
    Praça da Liberdade, 700
    tel: (31) 3409-8350
    Aberto até às 21:00
É isso, minha gente, compartilho com vocês um pouquinho das emoções que BH me trouxe e deixo-lhes com uma foto do show do Hanson e das três garotas incríveis que conheci por lá!
Comenta aí qual seu lugar preferido em BH!
Muito obrigada por acompanhar o Colcha, namastê! ❤

 

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